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08 JULHO 2013 00:00 Cotidiano
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Twitter vai direcionar publicidade ao usuário

Microblog vai seguir a linha do Google, mas com opções

Por: Acácio Rodrigues

Acácio Rodrigues

Utilizar a rede social para promover algo tem se tornado cada vez mais comum, visto que o alcance da informação torna-se expansivo ao ser observado na internet. Assim, o e-commerce tem aproveitado a utilidade dessas ferramentas para atingir metas. Agora, o Twitter vem com uma novidade para o espaço do microblog. Toda a publicidade em torno da sua tela será direcionada pela preferência do usuário. E o melhor de tudo, é que esta espécie de retargeting – se assemelha aos cookies de um computador – é opcional.

Twitter

A notícia ainda é internacional, pois apenas nos Estados Unidos a ação será executada por agora. Mas, como a internet e derivados sofrem mutações constantes, vale debater o assunto e descobrir as potencialidades de uma publicidade direcionada para o consumidor da rede social. Em nota, o Twitter explica como vai ser esse direcionamento, e explica o porquê.

“Como isso funciona? Digamos que uma florista local quer anunciar um Dia dos Namorados especial no Twitter. Eles preferem mostrar seu anúncio para entusiastas da flor que frequentam seu site ou subscrever a sua newsletter,” diz um trecho da nota publicada na semana passada.

O professor do curso de Comunicação Social da Faesa, Felipe Tessarolo, descreve a novidade do Twitter. “O Google e o Facebook já fazem isso. Acontece até no e-mail. Ele filtra isso pelo IP, ou tudo o que você busca, se você estiver logado no Gmail, no Youtube, depois tudo vai sendo direcionado. O Twitter está indo pra essa tendência, e eu achei uma boa sacada. Até então eles não sabiam tirar dinheiro do Twitter, é uma boa alternativa,” analisa o professor.

Tomando um exemplo mais simples, digamos que você esteja interessado em comprar uma camisa de determinada marca, e começa a pesquisar preços e lugares onde adquiri-la. Depois disso, através desses interesses, os anúncios serão focados naquilo que você deseja, no que foi procurado anteriormente.

“Quando você tem um anúncio na televisão, é a mesma coisa de você tentar matar uma mosca com uma bala de canhão. Você fala da bicicleta, mas nem todos podem comprar ou usar a bicicleta. E nesse caso tudo é direcionado à pessoa que está utilizando. A tendência é de que esse caminho seja seguido a partir de agora,” acredita Tessarolo.

O e-commerce agradece a tendência, e no Espírito Santo, tem empresa atuando com seriedade nesse processo. “A Wine consegue fazer isso aqui no Estado. Suponhamos que coloquem um banner no portal Terra. Eles usam dois, e veem qual teve mais cliques e maior efetividade. Daí mantém a campanha só com aquele anúncio,” conta o professor da Faesa.

A nota publicada no blog do Twitter ainda transparece a questão de privacidade do usuário. O microblog mostra o caminho que o internauta deve seguir para recusar essa opção da publicidade direcionada.

“Enquanto nós queremos fazer nossos anúncios mais úteis, nós também queremos dar aos usuários opções de privacidade simples e significativa. Desmarque a caixa ao lado de "conteúdo promovido" em suas configurações de conta e Twitter não irá corresponder a sua conta à informação partilhada pelos nossos parceiros de publicidade para adaptar anúncios,” informa a nota no blog do Twitter.

Legalize Wi-Fi

O jornal Estado de São Paulo publicou no fim da semana passada, uma nota sobre a conexão Wi-Fi durante a Copa do Mundo de 2014. De acordo com o veículo, os doze estádios da competição que acontece no Brasil no ano que vem terão Wi-Fi grátis, com o objetivo de evitar congestionamentos das conexões 3G e 4G.

De acordo com a matéria publicada no caderno Economia & Negócios, do Estadão, o congestionamento aconteceu antes e depois das partidas da Copa das Confederações. Para quem acompanha protestos pelo País, principalmente em Vitória, observa que “legalizar” a conexão Wi-Fi evitaria a dificuldade que os manifestantes têm tido para utilizar a rede.

Só pra constar: A Folha de São Paulo  testou aparelhos de conexões 2G, 3G e 4G. O resultado? O “popular” 3G teve um rendimento ruim de conexão, correspondendo até as expectativas de que estaria falho nos jogos da semi e a decisão da Copa das Confederações.

Mandando um 4G nas nuvens

E enquanto você fica aí sentado, reclamando da sua conexão, do seu aparelho, e da vida, faça como os Engenheiros do Hawaii, e vá “pro alto da montanha, num arranha-céu.” Aliás, se subir um pouco mais, terá mais moral. Afinal, quem sobe o Everest ganha uma boa conexão 4G. Veja!  

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Smithd105 Smithd105
02/08/2014 às 22h42 Responder

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